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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O OLHO


O OLHO


O instrumento olho, é um órgão dinâmico, composto basicamente de:
1. Córnea
2. Íris
3. Cristalino
4. Retina
5. Outros ( vítreo, esclera ... )

CÓRNEA

Tem a função de captar e compactar a luz para que seja enviada à retina.
Situada na porção mais externa do olho, sobre a íris ( parte colorida do olho ).
Um tecido extremamente resistente, porém, absolutamente sensível e ultra transparente.
Assemelha-se a uma bola de futebol, cortada ao meio.
Suas bordas são bem definidas, formando um círculo perfeito.
Tem poder dióptrico extático de aproximadamente 44.00 D. ( graus ).






A IRIS


A “ menina dos olhos “, como é chamada popularmente, é a janela da alma.
Tem valor significativo no processo da visão.
É um poderoso músculo que tem duas funções distintas:
• Toda luz que entra nos olhos, deve concentrar-se numa região específica da retina, o restante, tem que permanecer escuro; é a pupila que cumpre esta função.

• Juntamente com o cristalino, ela permite o foco.

 Quando olhamos para longe, nossa pupila dilata,
 Quando olhamos para perto, nossa pupila contrai-se.

O mau funcionamento deste músculo gera uma visão imperfeita.



O CRISTALINO




Lente poderosa que está alojada dentro do olho, atrás da íris.
Lembra o formato de uma “empadinha”, próximo ao tamanho de uma bolinha de gude .
Por fora, é envolvida por uma película bastante elástica e por dentro, uma substância gelatinosa transparente.
Ele é responsável pelo foco.
Muda de forma conforme a distância que concentramos nossa visão.
Quando olhamos para o infinito, ele se mantém em repouso ( desacomodado ), nesta situação, tem poder dióptrico aproximadamente de + 16,00 D. ( graus ).
Quando olhamos para perto, ele reage, muda sua forma ( acomoda ), aumentando seu poder dióptrico para + 20,00 D. ( graus ).
A atividade do cristalino depende de bons músculos, logo, nas disfunções musculares, a pessoa tem uma visão imperfeita.





A RETINA

No fundo dos olhos encontramos a retina.
Assemelha-se a um tecido de seda, irrigado por capilares, lembrando uma floresta por onde correm rios e córregos.
A luz quando aí chega é “drenada” para o nervo óptico.
A retina é uma extensão direta do cérebro.
Lá encontramos as células foto sensíveis, especializadas em converter luz em pulsos nervosos que posteriormente no cérebro irão transforma-se em “visão”.
Aproximadamente 5% de toda retina é reservada para visão qualitativa ( percepção de cores, dimensões, contrastes.
Então, 95% da retina detecta apenas visão quantitativa (visão noturna, movimentos )
Uma retina normal, lembra um tapete, feito um campo de terreno regular.
Há situações em que este tecido, parece-se com um terreno irregular, com depressões, montanhas.
Nestes casos, fatalmente o indivíduo terá problemas visuais.



Mais na frente, entenderemos como as disfunções afetam a visão e de que forma, os problemas visuais interferem em nossas vidas.

Aguardem.

Abraços




Wilson C Pires
Optometrista

O OPTOMETRISTA



O OPTOMETRISTA






Traduzindo em palavras simplificadas, o optometrista é um profissional especializado no sentido “ visão “.


Curso baseado na física, com ênfase em :



· Pediatria


· Geriatria


· Comportamental


· Ortóptica


· Visão subnormal



O profissional atende em clínicas ou dentro de


casas “ ópticas “, devidamente autorizadas pelos órgãos competentes de cada região.


Naturalmente que ele , o profissional, para poder atuar, deve primeiramente estar filiado ao conselho de profissionais, os CROOs.


Interessante também entender, que esta especialização vai além de prescrever uma “ solução óptica “ ( óculos ou lentes de contato ).


Existem por trás dos problemas visuais, um comprometimento substancial da qualidade de vida do ser humano, revelados através de sintomas, quase sempre confundidos com “ patologias “ , onde a pessoa ao estar sendo atendida por um profissional de outra área, e por ele ( o outro profissional ) não compreender a origem de “ certos males “, prescrevem fórmulas químicas que tal qual os corticóides , camuflam o verdadeiro mal.


Nestes casos, é muito comum perceber nos consultórios optométricos que o paciente está a caminho de uma intoxicação medicamentosa que além de não resolver o problema dele, criam outros.


Iremos a seguir entender um pouquinho mais sobre o trabalho do Optometrista.



Até breve.






Wilson C. Pires


Optometrista